Almeh Luz 

Carla Maffioletti – Violão Clássico/ Voz

Jutta Maria Böhnert – Soprano

    

Criado em 2018, o duo de voz e violão Almeh Luz nasceu do desejo das internacionalmente aclamadas em  cantoras líricas Carla Maffioletti  e  Jutta Maria Böhnert de transportar de uma maneira mais intimista e sensível as mais belas melodias e adaptá-las para o violão clássico e vozes femininas. 

Em um mundo tão barulhento e hermético, poucos são os momentos onde nos permitimos a calma das sensações artísticas mais ternas e delicadas, e é exatamente o que se propõe esta formação. 

Almeh é um encontro de almas. O nome do duo foi inspirado na  palavra derivada do antigo Egito que descrevia artistas, poetisas e dançarinas femininas e Luz como a arte irradiante, fonte de transcendência  e energia.

 

Carla Maffioletti é a renomada soprano Brasileira há vinte anos radicada na Europa. Ganhou fama mundial como uma das principais solistas do violinista holandês André Rieu. Frequentemente apresenta-se no Brasil em importantes projetos artísticos, como em 2018 a aclamada estréio mundial da ópera O Quatrilho de Vagner Cunha e as turnês nacionais da Canerata Ontoarte, sempre com teatros lotados e sucesso de público.

Após sua bem sucedida turnê Européia intitulada A Dream, Carla Maffioletti planeja levar pela primeira vez ao Brasil seu próprio  o espetáculo Almeh Luz.  o sofisticado e intimista duo de voz e violão que explora seus dois talentos instrumentais e leva ao público a essência de sua alma   Brasileira. 

 

 

 

 Jutta Maria Böhnert  possui uma carreira brilhante nos mais renomados teatros de Ópera  e e principais salas de Concerto Européias.  A soprano alemã Elogiada  por uma voz terna e doce, cantou sob a regência de Pierre Boulez, Danielle Gatti, Christian Thielemann e dividiu o palco com grandes nomes da lírica como Dame Kiri te Kanawa. 

Na  Espanha Jutta Maria Böhnert se apresentou diversas vezes como
a solista da Turnê de  concertos dedicados a J.S. Bach com o Coral de Meninos Windsbacher Knabenchor.

Na temporada 2019/2020 Almeh Luz  presente expandir suas fronteiras e levar o sofisticado Recital para Portugal, Espanha e Brasil, 

O público ganhará novas leituras da música de Schubert, Kurt Weill, Fauré, Poulenc e Purcell além Villa-Lobos, Manuel de Falla, Obradors, Piazzolla, Jayme Ovalle, contando com a maioria  do repertório de canções exclusivamente adaptadas para esta formação o que vem a reinventar e expandir o tradicional repertório para voz e violão com ênfase especial no repertório Brasileiro e em especial composições  inéditas de Carla Maffioletti especialmente escritas para o Duo.

O espectador será transportado  pelos diversas linguagens e  canções inspiradas pelo tema o Amor sob a ótica feminina. O ambiente criado pelas duas artistas é intimista, sensual e lúdico especialmente quando as duas vozes se somam ao som do violão.

   

AGENDA

Almeh Luz Concerts
19.01.2018 Beegden -NLAtelierconcert
16.06.2018 Grevenbicht - NLPodiumkerk
30.09.2018 Amsterdam - NLOosterkerk
06.10.2018 Iffezheim - DEPaul-Gerhardt Kirche
14.04.2019 Echt - NLKunstkring
24.03.2019Herzogenrath - DEBurg Rode
07.09.2019Vaals - NLKopermolen
06.10.2019 Genhout - NLKunst-Kerkje

Carla Maffioletti

Segundo o Jornal brasileiro Zero Hora, Carla Maffioletti foi considerada “A Erudita mais Pop do Brasil” 

Natural de Porto Alegre e de origem italiana, a soprano coloratura e violonista Carla Maffioletti é uma das soprado brasileiras de grande destaque no Brasil e exterior. Tornou-se famosa mundialmente como uma das solistas do violinista Holandês André Rieu e sua Orquestra Johan Strauß e por 12 anos realizou turnês pelo mundo inteiro, Nova York, London, Tokio, Viena ou São Paulo, em qualquer lugar do mundo sempre recorde de concertos e público. Com o maestro Rieu gravou mais de 20 DVDs e CDs que são frequentemente apresentados via rádio, televisão e cinema, em vários idiomas.

Possui graduação em violão clássico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil, e npós-graduação em ópera e música de câmara no Conservatório Maastricht, Holanda orientada pela professora holandesa Mya Besseling e posteriormente pela famosa soprano coloratura americana Reri Grist.

Suas atividades se expandem também no meio operístico europeu. de 2013 a 2016 integrou o elenco fixo de solistas do Teatro de Ópera de Lucerna, Suíça, e de 2009 a 2011 em Giessen, na Alemanha. Dentre os papéis que interpretou constam Zerbinetta da ópera Ariadne auf Naxos, Musetta de La Bohéme, a aclamada produção de La Fura dels Baus intitulada Cantos de Sirena de Howard Arman, bem como a performance de Scintilla, o papel mais agudo escrito para um soprano,  da opera Satyricon de Bruno Maderna. No teatro de Gießen na Alemanha, interpretou Rainha da Noite da A Flauta Mágica, Olympia de “Os Contos de Hoffmann”, e como Contessa de Boissy na estréia européia da ópera Lo Sciavo de Carlos Gomes, Goya . 

Em 2011 foi premiada como bolsista pela Richard-Wagner-Verband International. 

No Brasil colabora ultimamente com a séria de concertos e atividades sob coordenação de Cláudio Carrara e Vagner Cunha, dentre os projetos realizados estão, em 2013, a gravação do DVD e CD da Sinfonía Methafísica de Antonio Meneghetti com a Orquestra do Theatro São Pedro sob regência de Antônio Carlos Borges Cunha onde interpretou canções de Antonio Meneghetti e Vagner Cunha, repertório também registrado em dois CD, bem como as bem sucedidas turnês Brasileiras da Camerata Ontoarte em 2014 e 2016 e em junho de 2015 em São Petersburgo, Rússia. Em Julho de 2018 interpretou Teresa,  na montagem Ópera inédita de Vagner Cunha com libreto de José Clemente Posenato intitulada O Quatrilho, com enorme sucesso de público em sua estréia em Porto Alegre  turnê pelo sul do estado no Brasil. 

Em 2017 produziu com grande sucesso sua primeira Turnê de concertos para os Teatros Europeus intitulada A Dream juntamente com a Orchestra Da Capo e solistas convidados. Como produtora e arranjadora, lançou em 2012 seu primeiro CD solo Blue Bird e em 2018 seu segundo álbum,  Sentimental. Jutta Maria Böhnert

Jutta Maria Böhnert

Soprano Lírico 

Natura de  Baden-Baden na Alemanha, Estudou com KS Prof. Sylvia Geszty na Universidade de Stuttgart. Após seus estudos teve seu primeiro contrato em um corpo de solistas na Staatsoper Nürnberg.
Ao mesmo tempo, atuou como cantora convidada em casas como Deutschen Oper am Rhein Düsseldorf, Niedersächsischen Staatsoper Hannover, Staatstheater am Gärtnerplatz München e Staatsoper Berlin.
Depois de Nürnberg seguiu no corpo de solistas do Staatstheater Kassel. Cantou como solista convidada em concertos e óperas na França, Espanha, Itália, Suiça, Australia, Japão e China.

Papéis como Fiordiligi em Cosi fan tutte, Micaela em Carmen, Blanche em Les Dialogues des Carmélites, Gilda em Rigoletto, cuja interpretação lhe renderam uma nominação como cantora revelação pela revista “Opernwelt” (direção de Vera Nemirova), fazem parte do seu repertório permanente, assim como Sophie em Der Rosenkavalier, o qual cantou recentemente com muito sucesso na Opernhaus Köln ao lado de Dame Kiri Te Kanawa, no Staatstheater Wiesbaden e na Staatsoper Stuttgart sob a regência de Manfred Honeck e a direção de Stefan Herheim.

Jutta Maria Böhnert teve sucesso especialmente em papéis líricos de Händel e Mozart, dada sua comovente interpretação de sopranos calorosas e expressivas.

Cantou Konstanze e Fiordiligi no Schlosstheater Potsdam, mais tarde também na Opernhaus Köln sob a direção artística de Konrad Junghänel, o qual a regeu também na Staatsoper Stuttgart, quando brilhou no papel principal feminino em Teseo, de Händel

Em seu repertório mozartiano estão Susanna, Pamina, Donna Anna e por último die Gräfin, que cantou no Schlosstheater Potsdam sob a direção renomada de Andreas Dresen, em um Concerto no Teatro de Bolschoi em Moscou e por último na Deutschen Oper am Rhein Düsseldorf.

Em 2013 e 14 esteve no Teatro de Luzerna, onde voltou a cantar Händel, dando vida à Alcina, na ópera de Händel de mesmo nome. Além disso cantou também Micaela, em Carmen de Bizet e fez seu debüt como Hanna Glawari em Die lustige Witwe, Mimi em La Bohème, Béatrice em Béatrice et Bénédict, Norma na ópera de mesmo nome e Corinna em Viaggio a Reims.
Em 2014 voltou então ao Teatro de Bolshoi, e cantou na Philharmonie St. Petersburg, na Tonhalle Düsseldorf e na Philharmonie Dresden.

Jutta Maria Böhnert trabalhou também com maestros como Pierre Boulez, Christian Thielemann, Lothar Zagrosek, Daniele Gatti, Philippe Auguin, Philippe Jordan, Adam Fischer, Claude Schnitzler, Michael Helmrath, Laurence Equilbey, Helmuth Rilling, Sébastien Rouland, John Axelrod, Jonathan Nott, Markus Stenz e Markus Poschner.

Entre 2004 e 2012 participou do Bayreuther Festspielen em Parsifal como Blumenmädchen e Knappe, e ampliou seu repertório wagneriano em Shanghai em uma apresentação da ópera de Köln, nos papéis de Woglinde em Rheingold e Götterdämmerung.

Além da ópera, se dedicou com especial empenho ao canto de Lied. Fez seu nome como intérprete de canções, especialmente com obras de Schubert, Schumann, Berg e Strauss , no Festival Internacional de Música de Câmara de Nürnberg, assim como em Brandenburgischen Musiksommer, Schlosstheater Potsdam, Dnepropetrovsk (Ucrânia) através do Festival “Musik ohne Grenzen” (Música sem fronteiras) e no Wigmore Hall em Londres.